REPUBLIQUETA DE BANANAS

      O Brasil não é essa Republiqueta de Bananas em que muitos o querem transformar e alguns já o consideram. Contra todas as expectativas pessimistas, temos produzido, ao longo dos anos, talentos e inteligências que nos fazem sentir muito orgulho. Eis alguns exemplos:
      Maria Esther Bueno - Tri campeã em Wimbledon
      Os campeões mundiais de automobilismo Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna.
      Os campeões de ginástica Daiane dos Santos e os irmãos Diogo e Danielle Hypólito.
João do Pulo e seu recorde de 10 anos.
      O Guga, no Tênis.
      O Eder Jofre, no Boxe.
      O Robert Scheidt e os irmãos Grael, no Iatismo.
      A equipe penta-campeã de Futebol.
      As equipes masculinas e femininas de Volei e Basquete.
      O super time de Futsal.
      O Aurélio Miguel, campeão de Judo.
      Pelé - o Atleta do Século. O maior de todos.
      Isto só no esporte. Tem mais:
      O carnaval, o samba, a natureza exuberante, a maior reserva de água potável do planeta, um clima ameno e um povo pacífico.
      Querem mais?
      Vamos lá!:
      Santos Dumont, o "Pai da Aviação".
      O cientista Cesar Lattes.
      O cirurgião Ivo Pitangui.
      O arquiteto Oscar Niemeyer.
      O escritor Paulo Coelho.
      O pintor Cândido Portinari.
      Os compositores Villa Lobos, Tom Jobim e Ary Barroso.
      Os músicos Hermeto Paschoal e Nelson Freire.
      Carmen Miranda, brasileira por adoção.
      E tantos outros.
      Cada um, a seu modo, plantou a bandeira do Brasil no topo do mundo.
      Entretanto, há uma área, um terreno árido numa zona nebulosa onde não germinou nenhum talento: a Política. Do "polêmico" Getúlio Vargas ao "trepidante" Juscelino Kubitschek não surgiu ninguém com a estatura de um Churchill, um Roosevelt ou até mesmo um De Gaulle. Que pena!...
      A América do Norte teve o seu lenhador.
      Nós temos o nosso metalúrgico.
      Já pensaram se fosse o inverso?
      Bem...aí seria outra história